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27 abril 2016
02 abril 2016
24 fevereiro 2016
Concursos de rosas dos ventos - Vencedores
Com 65 votos venceu a rosa dos
ventos das alunas números 21, Sandra, 22, Susana e 23, Tânia.
Em segundo lugar, com 41 votos,
as das alunas números 4, Ana Beatriz e 5, Ana Carolina.
Em terceiro lugar, com 9 votos,
ficou a do aluno n.º15, José Leite.
Em nome do grupo de Geografia
agradeço o empenho de todos os alunos que elaboraram as rosas dos ventos, e dou
os parabéns aos vencedores.
A professora: Teresa Magalhães
Concursos de rosas dos ventos
No âmbito da disciplina de
Geografia, os alunos de 7.º ano realizaram rosas dos ventos, para um concurso
escolar.
Os objetivos desta atividade
foram a consolidação de conhecimentos pelo reconhecimento dos pontos cardeais,
colaterais e intermédios, e a aquisição de maior gosto pela disciplina.
Os trabalhos realizados pelos
alunos foram expostos na biblioteca da escola durante o mês de janeiro.
Os alunos dos sétimos, 8D, 9A, B
e D votaram nas rosas dos ventos durante esse mês. As mais votadas foram as dos
alunos do 7.ºC.
Dia da amizade e S. Valentim
As turmas da Escolas Básicas do Monte e Arões Sta. Cristina, festejaram esta data com muito Amor!!!!
04 janeiro 2016
Ano Letivo 2015/2016
Ainda não atualizamos
o nosso Blogue este ano, no entanto estivemos a trabalhar!
Vê algumas imagens das nossas atividades! BOM ANO!
29 junho 2015
Top Livros 2014-2015
Aqui estão os cinco mais lidos, mais requisitados na nossa Biblioteca durante este ano letivo.
Top Livros 2014-2015
Top Livros 2014-2015
04 maio 2015
aLer+ o 25 de abril
No mês de abril, a equipa da Biblioteca disponibilizou, nos sítios do costume, poemas alusivos à Liberdade (25 de abril). Na semana que antecedeu esta data comemorativa, os alunos puderam dar asas à sua liberdade criativa e escreveram o que pensam acerca da Liberdade e do 25 de abril, num painel exposto na BE.
E viva a Liberdade!
Liberdade - Poesia de abril
E viva a Liberdade!
Liberdade - Poesia de abril
07 abril 2015
Conto Andarilho
Durante o decorrer do primeiro período, as três turmas do 5.º ano escreveram um conto coletivo. Sim...leu bem! Temos escritores de palmo e meio na nossa escola...
A Biblioteca Municipal de Fafe deu o arranque desta atividade de escrita, presenteando-nos com o início do conto e...depois, os nossos caloirinhos meteram mãos à obra, que é como quem diz: "mãos à escrita" e escreveram resto do conto, que é alusivo ao tema da Semana da Leitura: "Palavras do Mundo". Aqui está o início do conto:
"O MUNDO DAS PALAVRAS
Diariamente somos
confrontados com palavras que nos afetam emocionalmente e revolucionam o nosso
pensamento, pois têm um significado profundo e controverso.
Amor, paz e felicidade
são palavras que emanam uma energia benéfica e nos remetem para um panorama de
alegria e bem-estar; guerra, dor ou morte, por outro lado, transportam-nos para
um universo sombrio e triste.
No mundo, atualmente,
escutam-se vocábulos como doença, crise e economia, enviando a sociedade para
um crescente clima de stress e
infelicidade. Mas, nem tudo está perdido! Eu sou o/a criador (a) da minha
própria energia e, como tal, das minhas palavras. Embora sendo apenas um/a,
tenho o poder de mudar o mundo e para iniciar este moroso processo vou começar
por …"
E aqui está como os alunos deram continuidade ao texto:
"... eliminar as palavras
“tristeza”, “bullying”, “morte”, “doença”, “mentira”, “guerra”, “pobreza”,
“mal”, “infelicidade”, “ignorância” e “intolerância”. Ainda bem que me encontro
de férias, porque só assim consegui ter tempo para recolher todas estas
palavras tão negativas e fechá-las, a sete chaves, num grande baú de ferro, que
vou guardar no meu sótão.
«Este baú é mesmo muito
pesado, não vou conseguir carregá-lo sozinha…Tenho de pedir ajuda.» – pensa a
Maria. E chama, imediatamente, pela sua querida avó.
- Avó, avó! Podes chegar
aqui, por favor? – chama, insistentemente, a Maria.
- Já vou, Maria! Qual é a
pressa?! – pergunta a avó.
- Chega aqui, vá, que já te
explico. – respondeu.
A avó aproxima-se da Maria e
vê aquele baú enorme no meio da sala e, muito intrigada, pergunta à sua neta o
que é que está dentro daquela arca. Calculou imediatamente que eram os
brinquedos que ela já não queria para brincar e aconselhou a netinha a doar às
crianças mais necessitadas. Mas a Maria interrompeu-a e disse-lhe que não eram
brinquedos, mas palavras maldosas, muito negativas que não podiam continuar a
circular pelo mundo fora, daí querer levá-las, fechadas no baú, para o sótão. A
primeira reação da avó foi de espanto, ficando boquiaberta e, logo de seguida,
sentiu-se muito orgulhosa da sua ideia. O problema estava, mesmo, em levar
aquela grande caixa até ao sótão!
- Nem eu nem tu conseguimos
levar este baú pelas escadas acima, Maria…Como vamos fazer? – indagou.
Maria, pensativa, decidiu chamar alguém muito
mais forte que conseguisse levar aquelas palavras dali para o sótão! Pensou,
pensou e, então, lembrou-se do seu vizinho. Ele era bastante forte porque
treinava muito no ginásio, era a pessoa ideal para as ajudar nesta tarefa.
Decidiu atravessar a rua e chamar pelo Manuel. Tocou à campainha, mas ninguém
atendia. Tocou outra vez e nada!
A Maria regressa a casa,
triste e desiludida. A avó, que não gostava nada de a ver assim, disse-lhe:
- Calma, Maria, não te
preocupes…Havemos de arranjar outra solução.
- Que solução?! – pergunta a
Maria, preocupada.
- Olha ali o Bolinhas, anda
a fazer asneiras outra vez no jardim! Olha lá, está a fazer tocas e a estragar
as tulipas e as margaridas que semeei ontem! Malandro!
- Ah! Lembrei-me agora de
outra ideia! Uma bela ideia!
- Qual ideia? Diz lá, Maria.
– pede, curiosa, a avó.
- Ora, se não conseguimos
levar o baú para o sótão, que tal enterrar as palavras que estão lá fechadas,
uma a uma, no nosso quintal? – sugeriu a Maria, olhando para o seu Bolinhas,
que tinha acabado de lhe dar essa magnífica ideia.
- Não sei, Maria, se é uma
boa ideia! Imagina que enterramos as palavras e nascem outras ainda piores?
A Maria pensou nas palavras
sábias da sua avó e teve uma esplêndida ideia: cortar todas as palavras
negativas que circulam pela Humanidade, formar com essas mesmas letras palavras
novas, com carga positiva, e, depois, enterrá-las! E se assim pensou, assim
transmitiu essa ideia à avó!
A Maria e a avó meteram mãos
à obra e planificaram, então, o que tinham de arranjar para efetuar, com
sucesso, esta tarefa. Precisavam arranjar tesouras, cola e folha para colar as
novas palavras que iriam formar. A Maria arranjou todo o material e foram até
perto do baú. Abriram-no, devagar, com muito cuidado, para que as palavras aí
guardadas não se espalhassem…A primeira palavra que retiraram foi
“intolerância”. E agora? O que fazer com aquela dúzia de letras? Que palavra
nova poderiam construir com elas? Estavam elas no meio desta difícil tarefa,
quando tocaram à porta. Quem seria? Nem a Maria nem a avó podiam atender a campainha,
pois aquela palavra maldosa poderia escapar das suas mãos e seria desastroso.
Então, decidiram guardá-la novamente no baú para poderem ver quem estava à
porta. Porém, assim que abriram o baú, todas as outras palavras espalharam-se
pela casa inteira! Que aflição! O que fazer agora?
A avó pensou numa solução
rápida para aquele problema e decidiu combinar com a sua neta uma estratégia:
encenar várias situações de conflito para atrair as palavras más espalhadas.
Algumas palavras deixaram-se apanhar nesta armadilha, mas as outras ao verem as
amigas a ser apanhadas, continuavam a fugir e a escapar pela casa. Até que a
Maria se lembrou de uma outra maneira de as agarrar! Foi buscar o aspirador à
despensa e toca a aspirar as palavras que restavam…Num instante estavam todas
no saco do aspirador e foi fácil metê-las novamente no baú.
Trimmmm…Trimmmm…estavam
novamente a tocar à porta. Maria foi abrir. Quando deu de caras com a visita,
nem podia acreditar no que via! À sua frente estava um manto de neve, um
pinheirinho enfeitado, com uma estrela brilhante no topo e aos seus pés um
lindo presépio. Trazia consigo um grande saco, cheio de alegria, amizade, vida,
saúde, verdade, paz, riqueza, bem, bondade, felicidade, sabedoria e tolerância.
Era…o Natal!
- Olá, Maria! Vim aqui
ajudar-te a eliminar as palavras que guardaste no baú…- disse o Natal.
- Olá! Muito obrigada,
Natal! Vieste em boa hora. Fico mesmo muito agradecida.
- Não tens nada a agradecer,
porque o Natal é mesmo isto: ajudar sempre quem precisa.
Entretanto, a avó da Maria
veio ver quem era e ficou muito surpreendida por ver que era o Natal que estava
à porta. Convidou-o a entrar e ofereceu-lhe uma bebida quente acompanhado com
bolinhos. Depois deste lanchinho, os três meteram mãos à obra: o Natal abriu o
seu saco e, num instante, as suas palavras saíram e iluminaram aquela casa,
eliminando, uma a uma, todas as palavras más que estavam, ainda, no baú. Para
estas não regressarem, a Maria guardou as palavras boas do Natal no baú,
durante todo o ano. Sempre que apareciam algumas palavras más na sua vida, a
Maria recorria ao baú, retirando as palavras defensoras, fazendo o mesmo à sua
avó, a toda a sua família e a todos os que delas necessitassem."
Na Semana da Leitura, o nosso Conto Andarilho foi publicado juntamente com os Contos Andarilhos dos alunos de todas as outras escolas básicas de 2.º e 3.º Ciclos do concelho. Para conhecê-los, basta aceder à página da Biblioteca Municipal de Fafe.
Parabéns a todos os nossos pequenos escritores! Alguns dos nossos alunos também ilustraram a história que escreveram...Será que além de escritores, teremos aqui a germinar algum futuro ilustrador???? Ora espreitem lá!
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